Um dia em Amsterdã

Amsterdã e suas bicicletas
Amsterdã e suas bicicletas

Estar em Amsterdã é se ver em confronto entre a modernidade e a antiguidade.  O arcaico e o contemporâneo se unem  transformando a capital em uma verdadeira controvérsia. Por um lado, as ruelas, a arquitetura  antiga dos prédios, as bicicletas que invadem as praças e avenidas. Nas ruas, os bondes elétricos convertem a capital em um lugar familiar, charmoso e achonchegante.  Os canais fornecem aquele ar misterioso e romântico de capital interiorana.

Amsterdã também é conhecida como capital da arte, pois abriga o museu de Van Gogh e Remembrant.

As bicicletas não servem somente para os turistas que desejam fazer um passeio pela cidade, elas, fazem parte da vida do povo holandês, seja para ir para o trabalho, para o teatro, cinema ou para a universidade. As “bikes” estão em quase todas as esquinas independente da estação do ano.

Casa de Anne Frank

Casa de Anne Frank
Casa de Anne Frank

Capital histórica, que conserva a casa de Anne Frank, um destino relevante para turistas que querem desvendar a história nazista dos Países Baixos.  Por outro lado, a cidade recatada, que antigamente era apenas um povoado de pescadores, transformou-se com a liberdade cultural trazida pelas revoluções da década de 1970. Hoje, com aproximadamente 7 milhões de habitantes, a capital se destaca no setor financeiro e de infra-estrutura.

Durante a Segunda Guerra Mundial, a Alemanha invadiu os Países Baixos. Foram 5 dias de luta. O governo civil nazista foi instalado no país, e a perseguição aos judeus foi iniciada. Os neerlandeses que ajudaram a proteger os judeus, também foram perseguidos.Foram mais de 100.000 judeus deportados para campos de concentração. Entre estes judeus, estava a jovem Anne Frank, ela relatava acontecimentos do período nazista em seu diário, como os 2 anos em que ela e sua família permaneceram escondidos.
Logo, por uma denúncia anônima, o seu esconderijo foi encontrado e todos foram encaminhados para campos de concentração. Toda família morreu, exceto o pai de Anne Frank que achou seu diário e resolveu editá-lo. Hoje o livro “Diário de Anne Frank”, tornou-se um dos livros mais lidos do mundo, um verdadeiro “best seller”.

canais de Amsterdã
canais de Amsterdã

A capital é conhecida pela sua “liberdade”, lugar onde tudo é permitido. Tanta liberdade permite, que nos Países Baixos, o consumo e venda das chamadas “drogas leves”, como o haxixe e a marihuana sejam legalizadas, estas fazem parte do roteiro turístico. Os “Coffeeshops” são os estabelecimentos onde as drogas são comercializadas.

A eutanásia e o aborto são legalizados, o casamento homossexual faz parte da lei, e a prostituição é vista pela lei como uma profissão, inclusive, no bairro “Red Light District”, ou bairro da Luz Vermelha, que antigamente era um dos bairros mais ricos da cidade, tornou-se um lugar turístico mais visitado, em função das suas ruas estreitas cercadas de vários bares, onde as mulheres são exibidas nas vitrines oferecendo seus serviços. Nesta mesma rua, está localizado o Museu Erótico. São estas divergências, que tornam Amsterdã, um lugar curioso, inusitado, interessante para ser analisado.

casas-barco
casas-barco

É interessante caminhar pelos canais de Amsterdã. Além das inúmeras bicicletas espalhadas pelos canais e os prédios de arquitetura arcaica, você pode observar vários barcos inusitados, na realidade, estes barcos são as chamadas “casas-barco”.

De acordo com a história, as casas-barco serviram de refúgio para as pessoas que não podiam arcar com os custos “da vida em terra”, pois, após a Segunda Guerra Mundial, devido a baixa condição financeira, muitas famílias da classe operária resolveram se migrar para barcos. Estes barcos eram usados para navegação nos canais.Hoje em dia, as “casas flutuantes” foram modificadas para servirem como moradia, elas possuem rede elétrica, água, gás e aquecimento. Atualmente muitos possuem as casas-barco, como uma residência turística.
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