Próximo destino: Israel – O fascínio da terra santa

São monastérios, sinagogas, ruínas, deserto. Para historiadores, pesquisadores, estudantes, religiosos ou para quem ama as escrituras bíblicas, a viagem para Israel precisa fazer parte do roteiro turístico. Quem caminha pela  terra santa, entende de perto o porquê deste nome. O país parece ser um mosaico de culturas, parece não existir uma identidade própria. Costumes, tradições e religiões se misturam num lugar onde é impossível controlar a emoção. A sensação de encantamento é predominante, devido a história fascinante presente nas escrituras bíblicas que são vivencidas na íntegra e pela diversidade cultural que contagia turistas do mundo inteiro. Como o correspondente  de Jerusalém, o jornalista Ari Peixoto já disse: “Num meio desta Babel de línguas, ruídos, de sons e de cheiros, a gente sente a energia de estar pisando em locais onde há milhares de anos vem pisando cristãos judeus e mulçumanos em tempos de paz ou de guerra”.

A emoção de passear pela via dolorosa em Jerusalém, onde Jesus caminhou carregando a cruz é indescritível. Visitar o santo sepulcro, flutuar nas águas do mar morto, conhecer a mesquita Domo da Rocha, lugar sagrado para muçulmanos e judeus, entender o costume do povo judeu, visitar  o muro das lamentações, participar das tradições e mergulhar nas histórias bíblicas presentes naquele lugar. Por um lado, a visita na terra santa produz um encantamento,  uma emoção forte,uma sensação de paz interior.   A história tão marcante presente nas escrituras sagradas comove os visitantes. Por outro lado, essa sensação de paz logo é desmistificada com um simples olhar nas ruas  e ver jovens de 18 anos, mulheres e homens, servindo ao exército, esses jovens caminham nas ruas de Jerusalém e ao contrário de mochilas nas costas, carregam  armas pesadas; as  lembranças do passado se refletem no presente pelos  conflitos existentes naquele país.  A vigilância é permanente, numa cidade que viveu e vive atendado suicídas.

De acordo com a lei no país, todos os cidadãos israelenses devem apresentar-se aos 18 anos de idade para servir o exército.  Os homens servem por pelo menos 3 anos, e as mulheres também devem prestar o serviço militar aos 18 anos e servem por 2 anos. Os judeus ultra-ortodoxos eram isentos do serviço militar, mas uma nova lei decretou que à partir de 2017 eles também deverão servir o exército.

A branca Jerusalém…

 

Assim como disse o correspondente de Jerusalém Ari Peixoto,  “A branca Jerusalém”, este nome devido a construção com as pedras chamadas pedras de Jerusalém… Logo irei inserir com precisão a legenda das fotos explicando um pouco mais sobre cada lugar explorado. Aguarde! 😉

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A minha peregrinação pela terra santa durou duas semanas com um grupo de estudos bíblicos. Foi uma das viagens mais emocionantes que realizei. Um amigo, Harry Peters gravou muito bem essa viagem através das fotos profissionais.

 

 

 

 

 

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